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Mostrando postagens de 2011

OPERAÇÃO DESARMAMENTO

            Gerou polêmica a recente operação da Polícia Militar, destinada a recolher armas ilegais em residências na zona rural do município de Montes Claros. Pela abordagem dos militares ficou claro que o objetivo era concitar os moradores a entregarem as armas ilegais que possuem em casa, tal qual o projeto de desarmamento do governo federal. A operação, entretanto, colide com uma ideia generalizada de que armar-se é a solução para defender-se da onda de violência que existe nos meios urbanos e rurais.             A operação tem sido objeto de críticas por muitos moradores da zona rural. Essas críticas, ao que tudo indica, surgem por uma carência de uma campanha que esclareça melhor a esses moradores os objetivos reais da operação. Um senhor na comunidade de “Me livre”, que recentemente foi vítima de um assalto a mão armada em sua residência, mostrava-se indignado pelo f...

A LEGALIDADE DA NORMATIZAÇÃO DE CONDUTAS

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O deputado estadual Sargento Rodrigues, do PDT, uma das lideranças da greve da Polícia Militar de Minas Gerais em 1997, publicou recentemente, num informativo do seu gabinete, uma matéria jornalística em que critica abertamente a decisão de um coronel da PMMG e promete tomar providências legais contra o oficial.                                                                   A crítica é ao coronel Ricardo Calixto, comandante da 13ª Região da Polícia Militar, sediada em Barbacena. O deputado afirma que o militar se acha no direito de usurpar a competência do Poder Legislativo ao criar uma norma interna que, no entendimento do parlamentar, fere os direitos ao exe...

O QUE HÁ EM COMUM ENTRE O JORNALISMO E O MILITARISMO NO BRASIL?

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            A indagação contida no título deste artigo pode gerar polêmica já à primeira vista. E não é para menos: jornalismo e militarismo, no Brasil, em princípio, nada têm em comum. Exceção para alguns profissionais e/ou empresas de jornalismo que apoiaram a ditadura militar instalada no país no período de 1964 a 1985.             A proposta deste texto, entretanto, é discutir um conflito que vem se estabelecendo no seio de um segmento profissional que tende a se dividir em dois segmentos antagônicos: jornalistas formados e jornalistas provisionados, ou seja, jornalistas com diplomas e jornalistas sem diplomas de formação acadêmica em comunicação com habilitação em jornalismo. Utilizamos, então, conflitos típicos do meio militar em comparação aos conflitos existentes entre os jornalistas.             No que se refere...